Em seu trabalho, Luisa Malzoni costura diferentes dimensões da memória. Álbuns de família, objetos herdados, peças de roupa e tecidos antigos são resgatados do passado e ressignificados no presente por meio de processos artesanais, como as técnicas fotográficas do século 19.
A artista é também restauradora de filmes na Cinemateca Brasileira desde 2005, em sua produção autoral dialoga com as primeiras técnicas coloridas utilizadas no cinema.
Em “Serpentine dance” utiliza a técnica Marrom Van Dyke (MVD), que combina a ação de sais de ferro e prata para a obtenção da solução fotossensível e recebe esse nome devido à tonalidade marrom obtida, muito semelhante a encontrada nos quadros do pintor Anton Van Dyke. As imagens impressas sobre lenço de tecido lembram os fotogramas coloridos à mão que registravam a bailarina norte-americana Loie Fuller (1862-1928).
Detalhes da técnica
marrom van dyke sobre tecido de acervo, em moldura caixa de acrílico.
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